umas conversinhas e daí a gente lê: = Outrora se morria de morte feita de vida, de Deus. Hoje o respeito pela vida impede tocá-la, despertá-la, tirá-la da letargia. Morremos por inércia, quando a quantidade de morte que carregamos em nós mesmos atinge o ponto de saturação.Qual será o instituto científico que revelará a intensidade de radiações mortais que matam os nosso gestos cotidianos? À força de nos identificarmos com o que não somos, de passarmos de um papel a outro, de um poder a outro, de uma idade a outra, como podemos deixar de nos tornamos parte dese eterno estado de transição que é o processo de decomposição? = A ARTE DE VIVER PARA AS NOVAS GERAÇÕES - RAOUL VANEIGEM |
20 Novembro 2005
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